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	<title>Gremismo do Esp&#237;rito Santo.</title>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Muita calma nessa hora.</title>
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		       <name>Fred Bastos</name>
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		    <updated>22.09.08 17:08:04</updated>
		    <published>22.09.08 11:26:34</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Desde que ostentamos o r&#243;tulo de l&#237;der (ou seria alvo?) do Campeonato n&#227;o v&#237;amos algu&#233;m t&#227;o grudados em nossos p&#233;s. A diferen&#231;a &#233; das poss&#237;veis, a menor. Mas &#8220;palma, palma, n&#227;o criemos c&#226;nico&#8221;. Afinal, p&#226;nico &#233; tudo que n&#227;o podemos ter em um momento delicado como esse. A situa&#231;&#227;o &#233; perfeita para a m&#237;dia. Ela tem a faca e o queijo na m&#227;o para inventar um estado calamitoso na Azenha visando desestabilizar a serenidade mostrada pelos jogadores e comiss&#227;o t&#233;cnica gremista at&#233; ent&#227;o. Ser&#225; ouvido at&#233; domingo que o Ol&#237;mpico vive um Estado de S&#237;tio, iminente de uma cat&#225;strofe. Mas separemos os bois da boiada. Cada um no seu quadrado. A imprensa quer ver o circo pegar fogo, problema deles. A &#250;nica rela&#231;&#227;o que devemos ter &#233; de bloquear os tiros oriundos do jornalismo esportivo brasileiro (l&#234;-se Rio-SP).Sobre o jogo contra o Atl&#233;tico Paranaense s&#227;o poss&#237;veis duas &#243;ticas discrepantes. Se voc&#234; n&#227;o pode ver o jogo, pois estava passando o domingo com a fam&#237;lia, possivelmente deve ter visto o Tadeu Schmitt no Fant&#225;stico dizendo que o jogo foi um insonso zero a zero e que o tricolor ga&#250;cho continua mergulhado na queda de rendimento. No entanto, se voc&#234; outorgou para sua m&#227;e que ela n&#227;o iria ver Domingo Legal porque o jogo do Gr&#234;mio iria passar na telinha, evidentemente sua concep&#231;&#227;o da partida foi divergente. O jogo era quente. Tinha todos os ingredientes pr&#225; ser. A pancadaria de 2007 gerou uma rivalidade surreal entre as equipes. Na verdade, mais para o Atl&#233;tico cuja torcida parecia ter sangue nos olhos (nem o Keirrison e o Coxa s&#227;o t&#227;o odiados pelos torcedores do Furac&#227;o que nem o Tcheco e o Gr&#234;mio!). Infelizmente, a linha t&#234;nue entre rivalidade e marginalidade gerou uma desnecess&#225;ria baderna antes do jogo, mas isso faz parte da ala repugnante e despraz&#237;vel do futebol que n&#227;o vale a pena ser lembrada.A partida em si resume-se em uma s&#243; palavra: press&#227;o. A torcida rubronegra era motivada pelo som da &#250;ltima vogal. Vaiava o Gr&#234;mio, o Tcheco, o &#225;rbitro, at&#233; mesmo o pr&#243;prio time. Dentro das quatro linhas, quem pressionava era o Tricolor. E isso vale para os dois tempos. As conclus&#245;es gremistas apenas serviram para consagrar aquele que j&#225; &#233; consagrado do lado azul de Porto Alegre. O ataque bombardeou o gol, mas Galatto n&#227;o deixou nada entrar. A press&#227;o do Gr&#234;mio e da torcida era tanta que, finalmente, conseguiu o que queria. Se o objetivo se profetizou a&#237; s&#227;o outros quinhentos. Passados mais de 40 minutos do segundo tempo, Soares leva um carrinho POR TR&#193;S dentro da grande &#225;rea caracterizando uma penalidade m&#225;xima escandolosa&#160;e que o Senhor Al&#237;cio Pena J&#250;nior fez quest&#227;o de fingir que n&#227;o viu, impedindo a vit&#243;ria do Gr&#234;mio. O jogo acabou e o placar ficou engasgado pelo fato de termos jogado muito mais e n&#227;o conseguirmos o resultado.Mas a melhor not&#237;cia &#233; que o time voltou a funcionar. A engrenagem gremista de novo est&#225; pegando no tranco. A atua&#231;&#227;o, elogiada por Sexy Hot, realmente serviu de par&#226;metro para perceber que n&#227;o esquecemos como jogar bola. E esse &#8220;jogar bola&#8221; a que me refiro &#233; o do nosso jeito, esse mesmo que Deus e o mundo criticam. Agora, temos uma semana de treinamento visando o GRE-nal no fim de semana que vem. Doze rodadas para ouvirmos &#8216;&#201; CAMPE&#195;O!&#8217; ou um 'morreu na praia'. Est&#225; em nossas m&#227;os decidir o que queremos escutar l&#225; no final do ano.</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">A&#231;&#227;o e Rea&#231;&#227;o.</title>
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		       <name>Fred Bastos</name>
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		    <updated>22.09.08 17:09:38</updated>
		    <published>20.09.08 02:12:55</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Ser l&#237;der &#233; complicado. Indubitavelmente, manter-se no topo n&#227;o &#233; uma das tarefas mais f&#225;ceis. Por ter somente o c&#233;u acima de sua cabe&#231;a, voc&#234; descuida-se por alguns p&#237;fios segundos de suas pernas e l&#225; est&#227;o os advers&#225;rios para passar uma rasteira e te derrubar no ch&#227;o. Mas ao mesmo tempo, &#233; tanto o receio de cair que &#224;s vezes s&#227;o mantidos por demasia os olhares nas pernas e esquece-se o fato de que olhar pra frente &#233; um fator significativo para manter-se em p&#233;. Contudo, como vov&#243; j&#225; dizia: &#233; errando que se aprende. A frase pode soar clich&#234;, mas sua veracidade n&#227;o a deixa entrar em desuso. A tarefa incumbida a Celso Roth ap&#243;s a queda de produ&#231;&#227;o de tornar o time imprevis&#237;vel foi atendida. Nos treinos da semana esquemas, substitui&#231;&#245;es e v&#225;rios testes foram feitos visando alcan&#231;ar a f&#243;rmula perfeita e, finalmente, chegou-se ao gran finale. Tcheco voltar&#225; a reger a orquestra gremista; segundo pede a l&#243;gica, Jean entra no lugar de Pereira, machucado; Souza ceder&#225; a vaga para Orteman, junto a ele, entrar&#225; em campo a esperan&#231;a dos volantes voltarem a desempenhar sua primazia; &#194;nderson Pico retorna ao lugar do qual nunca devia ter sido tirado; &#8220;El Cicl&#243;n&#8221; &#8211; Perea para os mais &#237;ntimos &#8211; regressa cheio de vontade e confian&#231;a para balan&#231;ar a rede de Galatto; com Reinaldo e Andr&#233; Lu&#237;s (?) suspensos, surge a perfeita oportunidade para Richard &#8220;El Chengue&#8221; Morales estrear com o manto tricolor. &#201; para ficar de olho.Em 2007, dois jogos, duas guerras. Mais no sentido literal do que futebol&#237;stico da palavra. No primeiro turno, tr&#234;s p&#234;naltis, muita reclama&#231;&#227;o e uma vit&#243;ria, segundo n&#243;s, justa, segundo eles, n&#227;o t&#227;o justa assim. Mas quem vive de passado &#233; museu...A hora de reagir &#233; agora. A 3&#170; Lei de Newton e a necessidade imediata de resposta ratificam e engrandecem o momento. N&#227;o &#233; hora mais de esperar sentado no barco e boiar na &#225;gua, e sim de fazer o vento soprar a nosso favor.</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Se somos assim, n&#227;o &#233; por acaso.</title>
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		    <updated>22.09.08 17:13:11</updated>
		    <published>17.09.08 20:44:31</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Apesar de o momento n&#227;o ser o melhor, &#233; na frase estampada em uma das faixas do Ol&#237;mpico que tiramos for&#231;as para reverter a situa&#231;&#227;o que vivenciamos no momento. O Gr&#234;mio teve a temida queda de produ&#231;&#227;o. Justificativas pintam por todos os lados: declara&#231;&#245;es dos advers&#225;rios, acomoda&#231;&#227;o no topo, a balela da &#8220;corda esticada&#8221;, estudos e persegui&#231;&#245;es inimigas, entre outras afirma&#231;&#245;es meramente com o intuito de desmoralizar e inferiorizar a fe&#233;rica campanha que fazemos. No entanto, o que caracteriza um campe&#227;o &#233; a capacidade de cair e levantar no menor &#237;nterim poss&#237;vel. Nada melhor que fazer isso quando tudo e todos est&#227;o secando e agourando o Gr&#234;mio. Temos o hist&#243;rico de nos reerguer em circunst&#226;ncias desfort&#250;nias e n&#227;o ser&#225; dessa vez que iremos nos abster. Se somos assim, n&#227;o &#233; por acaso.

Por&#233;m, n&#227;o devemos fazer tempestade em copo d&#8217;&#225;gua. H&#225; doze laboriosas rodadas alcan&#231;amos, por m&#233;rito, a lideran&#231;a. Depois desse jogo, doze, tamb&#233;m, ser&#225; o n&#250;mero de jogos que nos restam at&#233; o fat&#237;dico fim do campeonato, com igualdade de confrontos dentro e fora do Monumental. Temos tr&#234;s &#8211; irris&#243;rios ou n&#227;o, a &#243;tica diverge-se nessa quest&#227;o &#8211; pontos de vantagem sobre o vice-l&#237;der. Houve, indiscutivelmente, uma ca&#237;da de rendimento do time gremista, mas quem n&#227;o teve? O que devemos trabalhar &#233; o encurtamento desse per&#237;odo. Devido ao fato, t&#233;cnico e a diretoria se encontraram para uma discuss&#227;o pac&#237;fica sobre o momento, fundamentalmente, analisando as op&#231;&#245;es e varia&#231;&#245;es que ter&#227;o de ser feitas visando &#224; volta do bom futebol apresentado pela equipe anteriormente no 1&#186; turno em detrimento da dita previsibilidade que aflige nosso time. Cels&#227;o vai ter que suar para deixar o nosso tricolor inopinado. &#201; bom se apressar porque se ficar o bicho come, mas se correr fico na d&#250;vida se o bicho pega.</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">105 anos.</title>
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		       <name>Fred Bastos</name>
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		    <updated>22.09.08 17:15:19</updated>
		    <published>15.09.08 17:58:03</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Dependendo do referencial.
&#160;
Para minha pessoa, dezenove anos. Para alguns jogadores, alguns anos: de gl&#243;ria ou n&#227;o. Para certos t&#233;cnicos, mais de um ano &#233; muita coisa. Mas para a torcida: IMORTAL. N&#227;o somente no sentido conotativo da palavra, apesar de tudo por causa da impossibilidade dele morrer em nossos cora&#231;&#245;es e em nossa alma. Gr&#234;mio de Eurico Lara, Mazar&#243;pi, Baltazar, De L&#233;on, Renato Portaluppi, C&#233;sar, Valdir Espinosa. De Danrlei, Arce, Rivarola, Mauro Galv&#227;o, Ad&#237;lson, Dinho, Paulo Nunes, Jardel e Felip&#227;o. Tamb&#233;m tem o &#194;nderson, Gallatto, Mano Menezes, Ronaldinho Ga&#250;cho. Parab&#233;ns ao Gr&#234;mio e a todos que junto a ele escreveram sua hist&#243;ria. Torcida, jogadores e t&#233;cnicos, todos unidos por um &#250;nico sentimento. Fascinados pelo azul, preto, branco e apaixonados pelo Gr&#234;mio. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Al&#244;&#244;&#244;&#244;&#244;&#244;, o 2&#186; turno come&#231;ou!!!</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://gremismonoes.blog.terra.com.br/aloooooo_o_2o_turno_comecou" />   
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		    <updated>22.09.08 17:16:07</updated>
		    <published>14.09.08 23:21:37</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Deu tudo errado. Vem dando tudo errado. Aquele Gr&#234;mio de sete rodadas atr&#225;s, onde est&#225;? Cad&#234; a marca&#231;&#227;o que n&#227;o deixa o outro time jogar? Victor, cad&#234; o melhor jogador do primeiro turno? E a defesa s&#243;lida e intranspon&#237;vel, algum sinal? E o time pragm&#225;tico e eficiente, hein? Por acaso algu&#233;m viu esse Gr&#234;mio do qual eu estou falando? &#201; importante, pra n&#227;o dizer crucial, que o t&#233;cnico perceba que n&#227;o foi um deslize qualquer em um jogo &#237;mpar, o problema j&#225; nos acompanha h&#225; umas cinco ou seis rodadas. Ca&#231;aram e v&#227;o continuar ca&#231;ando o Gr&#234;mio. Parece que tem um X em nossas testas e todos j&#225; est&#227;o escolhendo suas armas com melhor pontaria para acertar o head shot. Quando o juiz de Figueirense 1 x 7 Gr&#234;mio apitou o final daquele jogo est&#225;vamos fadados a uma avalanche de holofotes e cr&#237;ticas que j&#225; era de se esperar. Sempre que estamos na frente questionam o futebol peleador do Sul, a destacar-se o do Gr&#234;mio. V&#227;o falar do nosso time e misturam na mesma receita ra&#231;a e viol&#234;ncia, adicionam uma pitada de &#8220;argentinidade&#8221; e definem o tricolor dessa maneira. Se vencemos &#233; porque batemos muito. Caso contr&#225;rio, quando derrotado, somos &#8211; o bom e velho apelido que nos persegue &#8211; cavalo paraguaio.No in&#237;cio do campeonato &#233;ramos candidatos ao rebaixamento, possu&#237;amos um elenco limitado e quem nos comandava era um t&#233;cnico extremamente criticado e retranqueiro. Depois de 25 rodadas temos o status de l&#237;der, plantel fort&#237;ssimo e um comandante mudado e finalmente identificado com o time. Essa hist&#243;ria de que o Gr&#234;mio s&#243; consegue jogar com a corda esticada j&#225; deu o que tinha que dar. Tudo bem que o campeonato ainda est&#225; aberto &#8211; agora mais do que nunca. J&#225; passou da hora de assumirmos o r&#243;tulo de favorito. N&#227;o no sentido estrito e expl&#237;cito da palavra, mas de apresentarmos um futebol como se fosse o tal. </content>
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